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sexta-feira, 17 de junho de 2011

O Zoroastrismo


zoroastrismo, também chamado de masdeísmomitraísmo ou parsismo, é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta Zaratustra, a quem os gregos chamavam de Zoroastro. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com os historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição, no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.
Tem seus fundamentos fixados no Avesta e admite a existência de duas divindades (dualismo), representando o Bem (Aúra-Masda) e o Mal (Arimã), de cuja luta venceria o Bem.

A religião pré-zoroastriana

A religião do Irã antes do surgimento do zoroastrismo apresentava semelhanças com a da Índia Védica, dado que as populações que habitavam estes espaços descendiam de um mesmo povo, os arianos (ou indo-iranianos). Era uma religião politeísta, na qual o sacrifício dos animais e o consumo de uma bebida chamada haoma (em sânscrito: soma) desempenhavam nela um importante papel.
Os seres divinos enquadravam-se em duas classes, ambas de características positivas: os ahuras (em sânscrito: asuras; "senhores") e os daivas (em sânscrito: deivas; "deuses").

Zoroastro

Zoroastro viveu na Ásia Central, num território que compreendia o que é hoje a parte oriental do Irã e a região ocidental do Afeganistão. Não existe um consenso em torno do período em que viveu; os acadêmicos tem situado a sua vida entre 1750 e 1000 a.C.. Sobre a sua vida existem poucos dados precisos, sendo as lacunas preenchidas por lendas.
De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zoroastro viveu no século VI a.C., pertencendo ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote.
Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas, sendo este o primeiro de uma série de encontros com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem.
As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zoroastro. Após doze anos de pregação, Zoroastro abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região que se encontra no atual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zoroastro e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino.
O principal documento que nos permite conhecer a vida e o pensamento religioso de Zoroastro são os Gathas, dezessete hinos compostos pelo próprio Zoroastro e que constituem a parte mais importante do Avesta ou livro sagrado do zoroastrismo. A linguagem dos Gathas assemelha-se à que é usada no Rig Veda, o que situaria Zoroastro entre 1500-1200 a.C. e não no século VI a.C. Vivia na Idade do Bronze, numa sociedade dominada por uma aristocracia guerreira.
Para alguns investigadores, muito mais do que o fundador de uma nova religião, Zoroastro foi antes um reformador das práticas religiosas indo-iranianas. Ele propôs uma mudança no panteão dominante que ia no sentido do monoteísmo e do dualismo. Na perspectiva de Zoroastro, os ahuras passam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas o mal. Na Índia, o percurso seria inverso, com os ahuras a representarem o mal e os daevas o bem.
Zoroastro elevaria Ahura Mazda ("Senhor Sábio") ao estatuto de divindade suprema, criadora do mundo e única digna de adoração.
Outro conceito religioso por ele apresentado foi o dos Amesha Spentas ("Imortais Sagrados"), que podem ser descritos como emanações ou aspectos de Ahura Mazda. Nos Gathas os Amesha Spentas são apresentados de uma forma bastante abstrata; séculos depois eles serão transformados e elevados ao estatuto de divindades. Cada Amesha Spenta foi associado a um aspecto da criação divina.

Os Amesha Spentas são:
  • Vohu Manah ("Bom Pensamento"): os animais;
  • Asha Vahishta ("Verdade Perfeita"): o fogo;
  • Spenta Ameraiti - ("Devoção Benfeitora"): a terra;
  • Khashathra Vairya - ("Governo Desejável"): o céu e os metais;
  • Hauravatat ("Plenitude"): a água;
  • Ameretat ("Imortalidade"): as plantas.
Os Gathas revelam também um pensamento dualista, sobretudo no plano ético, entendido como uma livre escolha entre o bem e o mal. Posteriormente, o dualismo torna-se cosmológico, entendido como uma batalha no mundo entre forças benignas e forças maléficas.
Atualmente os zoroastrianos dividem-se entre o dualismo ético ou o dualismo cosmológico, existindo também outros que aceitam os dois conceitos. Alguns acreditam que Ahura Mazda tem um inimigo chamado Angra Mainyu (ou Ahriman), responsável pela doença, pelos desastres naturais, pela morte e por tudo quanto é negativo. Angra Mainyu não deve ser visto como um deus; ele é antes uma energia negativa que se opõe à energia positiva de Ahura Mazda, tentando destruir tudo o que de bom foi feito por ele (a energia positiva de Deus é chamada de Spenta Mainyu). No final Angra Mainyu será destruído e o bem triunfará. Outros zoroastrianos encaram o dualismo no plano interno de cada pessoa, como a escolha que cada um deve fazer entre o bem e o mal, entre uma mentalidade progressista e uma mentalidade retardatária.
Os zoroastrianos acreditam que Zoroastro é um profeta de Deus, mas não é alvo de particular veneração. Eles acreditam que através dos seus ensinamentos os seres humanos podem aproximar-se de Deus e da ordem natural marcada pelo bem e justiça (asha).

A época aqueménida

Entre a morte de Zaratustra e a ascensão do Império Aqueménida no século VI a.C. pouco se sabe sobre o zoroastrismo, a não ser que se difundiu por todo o planalto iraniano.
Em 549 a.C. Ciro II derrota Astíages, rei dos Medos, e funda o Império Persa, que unia sob o mesmo ceptro os Medos e os Persas. A dinastia à qual pertencia, os Aqueménidas, adoptará o zoroastrismo como religião oficial do império, mas será tolerante em relação às religiões dos povos que nele vivem. Foi o rei Ciro II (dito O Grande) que libertou os Judeus do seu cativeiro e permitiu o regresso destes à Palestina. Provavelmente o primeiro rei persa que reconheceu oficialmente esta religião foi Dario I, como mostra uma placa de ouro na qual o rei se proclama devoto de Ahura Mazda.

A época arsácida e sassânida

Com a conquista da Pérsia por Alexandre Magno, em 330 a.C., o zoroastrismo sofreu um duro golpe, tendo a classe sacerdotal sido dizimada e muitos templos destruídos. O incêndio da capital do império, Persépolis, provocaria o desaparecimento de textos da religião conservados na biblioteca da cidade.
Durante o governo dos Selêucidas o zoroastrismo foi respeitado e geraram-se sincretismos entre este e a religião grega (por exemplo, ocorreu uma associação de Zeus a Ahura Mazda). Mas um verdadeiro renascimento do zoroastrismo só começa durante a dinastia dos Partos Arsácidas no século III a.C.. Nesta fase foi compilado o Vendidad, uma parte do Avesta que recolhe textos relacionados com medicina e rituais de pureza.
No período da dinastia Sassânida (224 a.C. - 651 d.C.) o zoroastrismo foi completamente restaurado graças à intervenção de Kartir e de Tansar. O zoroastrismo tornou-se a religião mais comum entre as massas, sendo praticado numa vasta área que ia do Médio Oriente às portas da China. Nesta época assistiu-se à formação de uma verdadeira "Igreja" zoroastriana centrada na Pérsia, foram banidas da prática religiosa as imagens, criou-se o alfabeto avestano e novos textos passam a integrar o Avesta, tais como o Bundahishn e o Denkard. Ao contrário do período Aqueménida, este período ficou marcado pela intolerância em relação a outras religiões, tendo sido promovidas perseguições aos judeus e cristãos. O clero zoroastriano detinha um grande poder e assegurava que cada novo monarca fosse zoroastriano; pesados tributos recaíam sobre a população como forma de sustentar a forma de vida do clero.
Dario teve que combater um usurpador chamado Gautama, que se fazia passar por um filho de Ciro. Gautama ordenou a destruição de santuários pagãos que seriam restaurados por Dario. Por causa deste comportamento atribui-se por vezes a Gautama a adopção do zoroastrismo.
Os Medos possuíam uma casta ou tribo sacerdotal, conhecida como os Magi, que adoptaram a religião de Zaratustra, não sem introduzir alterações na mensagem original e incorporando antigas concepções religiosas. Os Magi seriam a classe sacerdotal dos três grandes impérios persas. Casavam dentro do seu grupo e expunham os corpos dos mortos às aves de rapina, duas práticas que viriam a ser adoptadas pelos zoroastrianos. Os sacerdotes recuperam os antigos sacrifícios e o uso do haoma. Os Amesha Spentas, inicialmente abstractos no pensamento de Zaratustra, foram personalizados e antigas divindades passaram a ser adoradas. Entre essas divindades (yazatas) estavam o Sol, a Lua, Tishtrya (deus da chuva), Vayu (o vento), Anahita (deusa das águas) e Mitra.
Foram também erigidos grandes templos e altares de fogo ao ar livre. Artaxerxes II (404-358 a.C.) chegou mesmo a ordenar a construção de templos em honra de Anahita nas principais cidades do império. Durante este período foi também criado o calendário zoroastriano e desenvolveu-se o conceito do Saoshyant, segundo o qual um descendente de Zarastustra, nascido de uma virgem, viria para salvar o mundo.

A chegada do islão

Apesar da conversão da Pérsia ao Islão após a conquista dos árabes no século VII, o zoroastrismo sobreviveu em algumas comunidades persas, agrupadas nas cidades de Yazd e Kerman. Os muçulmanos consideraram os zoroastrianos como dhimmis, ou seja, praticantes do monoteísmo (à semelhança dos judeus e dos cristãos) e como tal foram sujeitos a pesados tributos cujo objectivo era estimular a conversão ao Islão.
No século X um grupo de zoroastrianos deixou a Pérsia e fixou-se na Índia, na região do Gujarate. Aqui estabeleceram uma comunidade local que recebeu o nome de "Parsi" ("Persas" na língua gujarate) e que permanece naquele território até aos nossos dias. Esta comunidade zoroastriana foi influenciada pelos tradições locais e as suas particularidades levam a que se fale em Parsismo. Até 1477 os Parsis não mantiveram contacto com os zoroastrianos que permaneceram no Irão. Nesse ano restabeleceu-se o contacto sob a forma de troca de correspondência que durou até 1768.
No século XIX a conquista da Índia pelos britânicos levaria a um confronto entre os valores tradicionais dos parses e os valores religiosos e culturais do Ocidente. John Wilson, um missionário cristão da Escócia, atacou a religião dos Parses, alegando que o dualismo presente era contrário ao verdadeiro espírito monoteísta. Martin Haug, um filólogo alemão, que viveu e ensinou em Puna durante a década de 60 do século XIX, concluiu que apenas os Gathas eram as palavras originais do profeta Zaratustra. Estes acontecimentos propiciaram o início de um movimento de reforma religiosa, que divide a comunidade zoroastriana entre aqueles que pretendem um regresso a concepções que entendem como mais puras e próximas da mensagem inicial, rejeitando o excessivo ritualismo, e os tradicionalistas.

Doutrinas e Crenças

Os masdeístas não representam seus deuses em esculturas e não têm templos.
Deixou traços nas principais religiões mundiais como o judaísmo, cristianismo e islamismo através das seguintes crenças:
  • Imortalidade da alma
  • Vinda de um Messias
  • Ressurreição dos mortos
  • Juízo final
A doutrina de Zaratustra foi espalhada oralmente e suas reformas não podem ser entendidas fora de seu contexto social. O indivíduo pode receber recompensas divinas se lutar contra o mal em seu cotidiano, como pode também ser punido após a morte caso escolha o lado do mal. Os mortos são considerados impuros, então não são enterrados, pois consideram a terra, o fogo e a água sagrados, eles os deixam em torres para serem devorados por aves de rapina.

Textos religiosos

O principal texto religioso do zoroastrismo é o Avesta. Julga-se que a actual forma do Avesta corresponde a apenas uma parte de Avesta original, que teria sido destruído em resultado da invasão de Alexandre o Grande.
O Avesta divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna ("Sacríficios"). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. OVispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião, podendo ser comparado ao Levítico da Bíblia. Os Yashtssão hinos dedicados às divindades.
Para além do Avesta existem os textos em palavi, escritos na sua maior parte no século IX.

( AVESTA)
Avesta é o nome das mais antigas escrituras do zoroastrismo, da Pérsia que datam de 1500 a.C..
A base do Avesta é um conjunto de hinos (ou gathas) que falam do deus criador Ahura Mazda.
Inclui:
  • Yasna: liturgia
  • Khorda Avesta: preces comuns
  • Visperad: liturgia
  • Vendidad: mitos, observâncias religiosas

Gathas
O Gathas é um livro pequeno, com 17 cânticos compostos por Zaratustra Spitama em avéstico antigo, para melhor, e de forma mais eficaz, transmitir a mensagem que trouxe. A palavragathas significa cânticos. O Gathas tem uma linguagem precisa e concisa, sem uma lista de mandamentos e um tratado doutrinário. Pelo contrário, é apenas uma expressão espontânea de questões comuns a todos os seres humanos, em todas as épocas e lugares.
Compostos há mais de três mil anos, os 17 mantras do Gathas querem ser o ponto de partida, os provocadores do pensamento; não fecham, nem concluem, antes, abrem as portas e convidam para uma longa e estimulante jornada de buscas e descobertas.


Os cinco Gathas
Os Gathas, consistindo de 17 cânticos, são também divididos em cinco grupos, de acordo com a sua métrica original.
  • Os primeiros sete cânticos são chamados de Ahunavaiti Gâthâ (Os Gathas que transmitem Ahuna: o princípio da livre escolha).
  • Os quatro cânticos seguintes são: Ushtavaiti Gâthâ (Os Gathas que transmitem Ushta).
  • Os quatro cânticos da frente são: Spentâ Mainyu Gâthâ (Os Gathas da Mentalidade Progressista).
  • O cântico em seguida é: Vohu Khshathra Gâthâ (O Gatha da Boa Organização).
  • O cântico final, incluindo o Â Airyemâ Ishyâ é: Vahishtâ Îshti Gâthâ (O Gatha do melhor desejo).

Escatologia individual

A escatologia individual do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera.
Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas que praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório.
As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.

Sacerdócio

Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai.
Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad, neste grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei; desempenham apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos, por vezes comparado ao bispo do cristianismo.


Rituais

O zoroastrismo não determina que os membros devam realizar um número obrigatório de orações por dia. Os zoroastrianos podem decidir quando e onde desejam orar. A maioria dos zoroastrianos reza várias vezes por dia, invocando a grandeza de Ahura Mazda. As orações são feitas perante uma chama de fogo.
Navjote (ou Sedreh-Pushi como é conhecido entre os zoroastrianos do Irão) é uma cerimónia de iniciação obrigatória destinada às crianças zoroastrianas que deve acontecer entre os sete e os quinze anos de idade. É importante que a criança já conheça as principais orações da religião.
Antes da cerimónia começar a criança toma uma banho ritual de purificação (Naahn). Durante a cerimónia, conduzida pelo mobed e na qual estão presentes familiares e amigos, a criança recebe o sudreh (ou sedra, uma veste branca de algodão) e o kusti (um cordão feito de lã) que ata na sua cintura. A partir deste momento o zoroastriano deve usar sempre osudreh e o kusti.
O casamento zoroastriano implica dois momentos distintos. No primeiro os noivos e os seus padrinhos assinam o contrato de casamento. Segue-se a cerimónia propriamente dita durante a qual as mulheres da família colocam sobre a cabeça dos noivos um lenço; simultaneamente dois cones de açúcar são esfregados um contra o outro. O lenço é então cosido, simbolizando a união do casal. As festas do casamento podem prolongar-se entre os três e os sete dias.

Práticas funerárias

Os zoroastrianos acreditam que o corpo humano é puro e não algo que deva ser rejeitado. Quando uma pessoa morre o seu espírito deixa o corpo num prazo de três dias e o seu cadáver é impuro. Uma vez que a natureza é uma criação divina marcada pela pureza não se deve polui-la com um cadáver.
Na prática esta crença implicou que os cadáveres dos zoroastrianos não fossem enterrados, mas colocados ao ar livre para serem devorados por aves de rapina, em estruturas conhecidas como Torres do silêncio (dokhma)
Após a morte um cão é trazido perante o cadáver, num ritual que se repete cinco vezes por dia. No quarto onde se encontra o cadáver arde uma pira de fogo ou velas durante três dias. Durante este tempo os vivos evitam o consumo de carne.
Os participantes no funeral vestem-se todos de branco, procurando-se evitar o contacto directo com o defunto. O cadáver (sem roupa) é então depositado numa torre do silêncio. Depois das aves terem consumido a carne, os ossos são deixados ao sol durante algum tempo para secarem.
Por motivos vários (relacionados por exemplo com a diminuição da população de aves de rapina ou com a ilegalidade desta tradição em alguns países) esta prática tem sido abandonada zoroastrianos residentes em países ocidentais e até mesmo no Irão e Índia, optando-se pela cremação.

Festas

As comunidades zoroastrianas actuais regem-se por três calendários diferentes:
  • Fasli (usado pelos Zoroastrianos Iranianos e alguns Parses);
  • Shahanshahi (usado pela maioria dos Parses); e
  • Qadimi (este último o menos utilizado de todos).
O que significa que as festas religiosas podem ser celebradas em diferentes dias, nestes calendários cada mês e cada dia do mês recebe o nome de um Amesha Spenta ou de um Yazata. Os zoroastrianos celebram seis festivais ao longo do ano - os Gahambars - cujas origens se encontram nas diferentes actividades agrícolas dos antigos povos do planalto iraniano e nas estações do ano.
O Noruz é o Ano Novo Persa, celebrado no dia 21 de Março no calendário Fasli (os parses celebram o Noruz em meados de Agosto). Por volta deste dia os zoroastrianos colocam nas suas casas uma mesa com sete itens: um vaso com rebentos de lentilhas ou de trigo, um pudim, vinagre, maças, alho, pó de sumagre, frutos da árvore jujube; outros elementos que enfeitam a mesa são moedas, o Avesta, um espelho, flores e uma imagem de Zaratustra. O Noruz é celebrado com o uso de roupas novas, com o consumo de pratos especiais, com a troca de presentes e com a celebração de cerimónias religiosas. O fogo tem nele um significado especial. Seis dias depois do Noruz os zoroastrianos festejam o nascimento de Zaratustra.



O zoroastrismo hoje

A comunidade zoroastriana existente no mundo contemporâneo pode ser dividida em dois grandes grupos: os Parses e os zoroastrianos iranianos. Para além destes existem também ocidentais convertidos à religião. Segundo estimativas de 2004 o número de zoroastrianos era de 124 mil pessoas.
Na Índia os Parses são reconhecidos pelas suas contribuições à sociedade no domínio económico, educativo e caritativo. Muitos vivem em Mumbai (Bombaim) e têm tendência para praticar a endogamia, desencorajando o proselitismo religioso. Vêem a sua fé como étnica.
Em geral os zoroastrianos iranianos mostram-se mais abertos a aceitar conversões. Concentram-se nas cidades de Teerão, Yazd e Kerman. Falam uma variante da língua persa, o Dari(diferente do Dari falado no Afeganistão). Receberam o nome de gabars, termo inicialmente com conotações pejorativas (no sentido de "infiel"), mas que perdeu muito da sua carga negativa.
Uma diáspora zoroastriana pode ser encontrada em países como o Reino Unido, Canadá (6 mil pessoas), Estados Unidos (11 mil pessoas) e Austrália (2700 pessoas) e nos países do Golfo Pérsico (2200 pessoas).
A UNESCO declarou o ano de 2003 como ano de celebração dos 3000 anos da religião e cultura zoroastriana, numa iniciativa proposta pelo governo do Tadjiquistão.

Zoroastrismo... Segundo Alguns Cristãos...


SEGUNDO ALGUNS "CRISTÃOS"
 Aqui estou Postando uma Tese "evangélica" sobre o zoroastrismo...porem desde Já afirmo, não sou a favor de culpar a o "Demônio" por tudo que não seja Cristão...
Estou Postando exatamente da forma em que encontrei e, ainda está com a fonte de Site...
Até mais... com a postagem de "Dentro"

A súbita expansão da antiga religião pagã do zoroastrismo na rígida República Islâmica do Irã é outro sinal dos tempos, que indica que o aparecimento do Anticristo está muito próximo.



A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.
Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"

Os "sinais dos tempos" são abundantes ao nosso redor, como a Cutting Edge tem indicado continuamente. Vemos o mundo se mover rapidamente para um governo, uma economia e uma religião globais, exatamente como os livros do Apocalipse e Daniel previram muitos séculos atrás. Estes são tempos interessantes para o cristão nascido de novo viver, porque o cumprimento das profecias serve como validação da Bíblia e do Espírito Santo, que está por trás da Bíblia, exatamente como foi a intenção original de Deus.
Esta história é um daqueles "sinais" emocionantes, pois a religião de Magia Negra a partir da qual a religião do Anticristo surgirá está agora experimentando um tremendo crescimento de popularidade no Irã! Essa nova popularidade surgiu mesmo diante de grande oposição e perseguição do governo. Se a vinda do "Grande" está próxima, esse fenômeno deve ser esperado. Precisamente em sincronia com o cumprimento de outras profecias bíblicas, parece altamente significativo que a mesma religião a partir da qual a religião do Anticristo surgirá esteja agora experimentando uma rápida expansão.
Vamos revisar rapidamente esta notícia atual:
Resumo da Notícia: "O Fogo no Irã", Michael Ledeen, Jewish World Review, 18 de março de 2005.
"Da Al-Reuters, temos uma obra prima de desinformação. 'Isfahan — As autoridades iranianas surraram e lançaram bombas de gás lacrimogênio nos exuberantes jovens que se divertiam enquanto respiraram nova vida no festival do fogo pré-islâmico em uma noite de danças, flertes e fogos de artifício. A República Islâmica, que tem um relacionamento embaraçoso com a antiga religião do zoroastrismo, somente deu reconhecimento supervisionado ao festival Chaharshanbe Souri no ano passado."
"A República Islâmica não tem um 'relacionamento embaraçoso com o zoroastrismo. Ela proíbe as práticas zoroastristas, incluindo a celebração do Noruz, o Ano Novo Zoroastrista. Esqueça o 'reconhecimento supervisionado'; existe uma proibição... há um grande reavivamento zoroastrista ocorrendo no Irã... E dizer que as autoridades 'surraram e lançaram bombas de gás lacrimogênio' em alguns jovens que se divertiam é reduzir um pouco as coisas, pois, na noite de 15 de março, houve uma passeata de larga escala em todo o Irã... Mas a Al-Reuters a faz parecer como uma festa de colégio que apenas saiu um pouco fora de controle..."
Quão grandes foram essas celebrações zoroastristas?
"... de acordo com os iranianos com quem conversei, ocorreram passeatas enormes em onze províncias e 37 cidades, e milhares — uma fonte dizia mais de 30.000 — de pessoas foram presas, algumas somente por um breve momento, outras foram encaminhadas para as infames prisões e câmaras de tortura do regime." (Ibidem).
Esse tipo de tratamento nas mãos do regime iraniano de linha-dura e brutal é um alto preço a pagar por adorar de acordo com uma antiga religião pagã e politeísta, o zoroastrismo, como veremos em alguns momentos. O Islã é severamente monoteísta e tem historicamente se recusado a permitir qualquer contemporização com religiões "heréticas" que adoram a mais de um deus. Assim, não devemos estar surpresos ao saber que o regime islâmico iraniano reagiu de forma tão enérgica a essa celebração pública do Ano Novo Zoroastrista.
Agora, vamos estudar as raízes do zoroastrismo e verificar por que ele é tão importante atualmente. No fim de 1996 recebi uma mensagem de correio eletrônico de uma pessoa que se identificou como um satanista de Magia Negra; ele me disse que, embora eu compreendesse muito sobre Magia Negra, precisava saber que o livro "Assim Falou Zaratustra", de Nietzche, seria a "Bíblia do Anticristo".
Com base nessa informação, comprei o livro e agora o tenho em minha estante para rápida referência. Segundo se diz, essa religião de Magia Negra foi fundada com base em uma figura lendária, Zaratustra, um homem que os ocultistas consideram um tipo do vindouro Anticristo.

Zaratustra — O Fundador do Zoroastrismo


  
De acordo com a lenda, Zaratustra é o fundador do zoroastrismo. Observe que essas imagens basicamente o mostram vestido de branco.

Na feitiçaria de Magia Negra, o branco é considerado a cor proeminente.

Como o branco, é formado por todas as cores e o preto é a falta de cor, o branco é considerado mais poderoso;

o preto precisa dar passagem ao branco. O branco também é considerado inerentemente baseado no espiritual, pois branco é cor das vestes de Zaratustra.

Examine estas gravuras com atenção. Em uma delas, Zaratustra aparece com uma auréola em volta de sua cabeça, significando que é "divino". Realmente, ele é a figura messiânica predita da religião zoroastrista, assim tornando-o um tipo perfeito do vindouro Anticristo.

Os Magos Que Visitaram Jesus Eram Astrólogos e Zoroastristas


Lembre-se da história sagrada: Os "magos" que visitaram o bebê Jesus, conforme descrito em Mateus 2:1-12, eram astrólogos. Além disso, eram magos, o que nos diz que eram descendentes dos magos da corte do rei Nabucodonosor, durante o tempo de Daniel.
Como os magos eram eruditos religiosos e faziam parte da corte dos reis, tinham à sua disposição os escritos de Daniel. Além disso, os magos faziam parte de uma ordem da religião pagã medo-persa de Zoroastro.

(Dictionary of the Bible, editado por William Smith, The S. S. Scranton Company, Hartford, CT, 1904, pág. 501)

Os magos eram antigos intérpretes dos sonhos e astrólogos prognosticadores. Nós os vemos no Velho Testamento na corte do rei babilônio Nabucodonosor. Esse rei reuniu em torno de si os principais religiosos das nações que tinham sido conquistadas militarmente por ele.

Daniel também fazia parte da corte de Nabucodonosor.

Em Daniel 1:20, ficamos sabendo que Daniel e seus companheiros eram "dez vezes mais doutos do que todos os magos astrólogos que havia em todo o seu reino." Então, no Capítulo 2, Daniel salva a vida de todos os magos e encantadores porque conseguiu interpretar o sonho do rei quando eles não puderam. Repetidamente, Daniel demonstrou que seu Deus podia dar a interpretação dos sonhos, ao contrário dos deuses dos magos. Portanto, os magos passaram a reverenciar grandemente a Daniel e aos seus escritos.
Assim, eles conheciam a profecia de Daniel que detalhava o tempo previsto para a vinda do Messias e sabiam que estavam vivendo dentro do período de 33 anos que restava para a matemática de Daniel 9:24-27 ser cumprida. Como conheciam a profecia do "Deus de Daniel", estavam preparados para esperar o aparecimento do Messias judaico.
Assim, quando Deus fez a "estrela" aparecer no oriente, esses magos souberam em seus corações que aquilo era o sinal que estavam esperando. Logicamente, como vemos que o Espírito Santo estava ativo em seus corações em Mateus 2:12, podemos provavelmente concluir com segurança que, quando eles viram a "estrela" aparecer no oriente, o Espírito Santo os despertou para empreenderem a longa e árdua jornada.
Assim, podemos ver que o zoroastrismo tem uma longa história nos anais do tempo e que alguns de seus magos foram ativos em cumprir o plano de Deus no nascimento de Jesus Cristo. Entretanto, não devemos perder de vista o fato que esses magos eram totalmente pagãos, naquele tempo e hoje também. Embora considerassem o Messias judaico como "divino", eles o consideravam como um deus judaico somente, em nada diferente dos deuses das outras nações do mundo.

Zaratustra É um Messias Luciferiano Que se Veste Somente de Branco

Agora, no fim dos tempos, à medida que todos os sinais apontam para o aparecimento em breve do Anticristo, um satanista me diz que Zaratustra é um tipo do Anticristo. E Zaratustra vestia-se de branco! Ele era um líder espiritual e vestia-se somente de branco. Além disso, na gravura, Zaratustra está fazendo um gesto com a mão com o polegar estendido para a direita e ligeiramente para cima, e o indicador está apontando para cima. Esse gesto é chamado de "mudra", e é definido pelo Dicionário de Misticismo como "um selo místico do ocultismo oriental; uma série de sinais ocultos feitos com os dedos, e considerados de efeitos mágicos" [citado pela Dra. Cathy Burns, em "Masonic and Occult Symbols Illustrated", pág. 231].
Mas, em seguida, a Dra. Burns nos diz que esse "mudra" é um método de nos dizer que a pessoa é um ser sobrenatural, um deus. "Além dos mantras e iantras, o terceiro modo de representar deidades é por meio de gestos (mudras)". (Ibidem).
Agora, observe o sol que está atrás de sua cabeça, outro símbolo do divino! O sol atrás dele é também um símbolo do deus, o deus-sol. O Mestre que está em pé na frente do sol reflete a glória e o poder do sol. Mas, Satanás, a serpente Hidra, é também simbolizado pelo sol nascente. [Cisco Wheeler, ex-satanista de Magia Negra].
Assim, Zaratustra está dizendo nesta gravura que é uma deidade, que é deus, o deus-sol Lúcifer! (Ibidem).
Finalmente, observe que Zaratustra está carregando o Bastão de Autoridade, ou uma Vara, em sua mão esquerda. Essa vara é também um símbolo do deus-sol Lúcifer. Há um tremendo poder satânico por trás do Bastão de Autoridade.
Agora conhecemos dois fatos muito importantes: Zaratustra é o deus-sol Lúcifer e sempre se veste de branco! Assim, no Iluminismo moderno, essa crença zoroastrista é levada adiante. O principal líder espiritual veste-se de branco e é considerado o deus-sol Lúcifer!
Antes de deixarmos este assunto de Zaratustra, precisamos tratar a única vez em que o encontramos representado com uma cor diferente do branco. Como você pode ver nesta gravura, ele é mostrado em um azul estranho, uma cor identificada como "Tortoise". Essa é a única gravura de Zaratustra em que ele não está vestido de branco; a cor das suas vestes é azul-clara. No dogma religioso do satanismo Iluminista, as vestes dos sacerdotes de nível mais elevado eram tingidas com esse tom de azul-claro. Assim, você pode ver que Zaratustra está vestido com trajes do sacerdócio de mais alto nível, o que certamente é adequado, já que ele é considerado divino, uma figura messiânica.
No entanto, Cisco Wheeler, uma ex-satanista praticante de Magia Negra, diz que essa ilustração em trajes azul-claros é uma nova ilustração dele. Essa mudança dos trajes brancos tradicionais para azul-claros significa que cerimônias poderosas de magia ocorreram, que trouxeram Lúcifer à cerimônia, manifestando-se nesta dimensão por meio do ritual. Essa nova representação de Zaratustra em vestes de cor azul-claro é um sinal para os outros Iluministas que a hora do aparecimento do Anticristo está realmente muito próxima.
Essa revelação de uma ex-satanista nos leva diretamente de volta à nossa premissa original: esse súbito crescimento da religião politeísta do zoroastrismo, fundada por Zaratustra, não é somente notável na rígida República Islâmica do Irã, mas é também interessante à luz de tantos sinais que indicam que o aparecimento o Anticristo está próximo. Parece surpreendente que essa antiga religião que prefigura os Illuminati e seu Cristo maçônico — o definitivo deus-sol Lúcifer! — esteja agora ressurgindo com força no seu país de origem.
Em quanto tempo poderá o Zaratustra dos últimos dias aparecer, você pode perguntar? Novamente, vamos voltar para nossa gravura acima.
A palavra "Tortoise" (jabuti, ou tartaruga terrestre) fala do ritmo deliberadamente lento em que os eventos estão movendo o mundo para o reinado do Anticristo, a Nova Ordem Mundial. Como na fábula, a corrida foi vencida pelo jabuti, não pela lebre! O plano dos Illuminati de produzir o Anticristo foi concebido para prosseguir lentamente, em passos de tartaruga, mas de forma completa. Nós, cristãos, queremos tanto ir para o céu que estamos constantemente perguntando, "Quando, Senhor? Quanto tempo mais ainda precisaremos esperar?" Temos de ser pacientes, sem entrar em desespero se os eventos não ocorrerem quando achamos que deveriam ocorrer; além disso, não devemos pensar que, apenas por que o próximo passo não ocorreu em certo período de tempo após o anterior, isso significa que o processo esteja parado. Muitos cristãos americanos chegaram à conclusão que, como o próximo passo não ocorreu rapidamente após 11/9/2001, o processo para a Nova Ordem Mundial está paralisado. Nada poderia estar mais longe da verdade.


Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.
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Que Deus o abençoe.