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quarta-feira, 8 de junho de 2011

O MAL EXISTE???



Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com a seguinte pergunta: "Deus criou tudo que existe?

Um aluno respondeu valentemente: "Sim, Ele criou"...

O professor continuou, "Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal! Pois o
mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de
nós mesmos, então Deus é mau."

O jovem ficou calado diante de tal argumento e o professor, feliz, se regozijava
de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse: "Posso fazer uma pergunta, professor?"

"Lógico" foi à resposta.

O jovem ficou de pé e perguntou: "Professor, o frio existe?"

"Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?"

O rapaz respondeu: "De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis
da Física, o que consideramos o frio, na realidade é a ausência de
calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou
transmite energia. O calor é o que faz com que este corpo tenha ou
transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de
calor. Todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio
não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos
se não temos calor."

"E, existe a escuridão?", continuou o estudante.

O professor respondeu: "Existe".

O estudante respondeu: "Novamente comete um erro, senhor, a escuridão
também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz
pode ser estudada, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para
decompor a luz branca nas várias cores que a compõe, com suas diferentes
longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa
as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.

Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Portanto a
escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que
acontece quando não há luz presente".

Finalmente, o jovem perguntou ao professor: "Senhor, o mal existe?"

O professor respondeu: "Lógico que existe, como disse desde o começo, é
só ler as manchetes: vemos ações terroristas, crimes e violência no
mundo o tempo todo".

E o estudante respondeu: "O mal não existe, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é
simplesmente a ausência do bem, como nos casos anteriores, o mal é uma
definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não
criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o
calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente
em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a
escuridão quando não há luz".

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Ingestão de cafeína é um vício, afirma cientista


Afirma cientista



Ingestão de cafeína é um vício, 



Se você acredita que um cappuccino ou um expresso duplo são uma boa maneira de começar o dia, atenção: aquela xícara pode indicar que você sofre de um distúrbio psicológico. De fato, a dependência de cafeína agora é vista como um verdadeiro vício e é provável que a privação da substância seja incluída na próxima edição do Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais dos Estados Unidos. Roland Griffiths, neurocientista da Escola de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, está entre os que recomendam que a dependência da cafeína seja considerada um vício e tratada. Ele publicou recentemente no Journal of Psychopharmacology uma revisão de 70 estudos sobre o efeito da cafeína na saúde e no comportamento e afirma que o problema da dependência da cafeína já ficou tempo demais sem reconhecimento. A cafeína é "a droga de alteração do humor mais consumida no mundo": ela aparece não só no café, mas no chocolate, nos refrigerantes, chá e medicamentos sem receita. "Cerca de 80% dos ocidentais consomem cafeína; portanto, milhões de pessoas poderiam ser dependentes", diz. Os médicos deveriam ter os meios para diagnosticar a dependência, afirma ele, para "fazer o diagnóstico correto de outras condições médicas cujos sintomas se justapõem aos da privação da cafeína. E alguns pacientes podem precisar ser instruídos a suspender a ingestão de cafeína". Os médicos também "precisam avaliar a dificuldade que alguns têm de cortar a cafeína e estar preparados para oferecer uma alternativa à sua suspensão abrupta". Na Grã-Bretanha, são consumidos 70 milhões de xícaras de café por dia e o britânico toma em média 421 xícaras por ano. Griffiths afirma que apenas 100 mg de cafeína - presentes em meia xícara de café instantâneo - podem levar algumas pessoas à dependência física. Ele sugere que pelo menos 50% dos consumidores regulares de cafeína sofreriam sintomas de abstinência se parassem de ingeri-la, entre eles dor de cabeça, fadiga e sonolência, depressão ou irritabilidade e sinais parecidos com os de gripe ou virose, como náusea e dor muscular, o que poderia levá-los a se afastar vários dias do trabalho.


Fonte: http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/1754413-viciado-em-cafe/#ixzz1OWIMBArm