sexta-feira, 13 de julho de 2012

Doença e Saúde


Queridos amigos,
Eu lhes dou as boas-vindas carinhosamente e lhes envio todo o meu amor. Eu os amo profundamente. Meu amor por vocês não é só de natureza universal, mas também tem um toque pessoal, pois Eu conheci muitos de vocês, quando estive na Terra entre vocês.
Eu sou Jeshua. Eu vivi na Terra como Jesus e estive entre as pessoas para dar testemunho do Amor que está à disposição de todos nós, a partir da Fonte que reside dentro de nós mesmos.
Agora chegou o momento de passar a tocha para vocês. Vocês são as sementes que estão germinando hoje. Este é o significado do renascimento do Cristo. Não sou Eu (aquele homem que viveu uma vez na Terra) que estou pronto para voltar, mas sim o poder universal da energia do Cristo que está nascendo dentro de vocês. Eu estou muito contente de ampará-los neste processo, estando com vocês desta forma.
No começo desta estação, Pamela e Gerrit me perguntaram quais os assuntos que eu gostaria de tratar e Eu lhes disse: “isso não tem importância, Eu só quero estar com eles”.
Quero tocá-los com a minha energia, e isso é o suficiente para mim. Pois a única coisa que conta é que vocês sintam a chama da claridade dentro de si mesmos, a chama da verdade. Esta é a essência da energia de Cristo.
Eu fui um portador precoce dessa chama, mas agora é o momento de vocês carregarem a tocha. É importante que vocês reconheçam internamente quem vocês são. Vocês carregam essa tocha consigo e chegou o momento de mostrá-la para o mundo, pois o mundo está esperando por isso. Esta é uma época de transformação, de grandes mudanças, que mostra muitas faces, tanto de escuridão quanto de luz. O momento está pronto para aqueles que têm um ponto de vista neutro, que podem observar pacificamente as ondas de violência e destruição que poderão aparecer, e que são capazes de estar presentes amorosamente, sem julgamento.
Hoje Eu falarei sobre doença e saúde. Mas lembrem-se: o que me interessa basicamente é permitir que vocês sintam que Eu estou aqui; permitir que vocês sintam que vocês são iguais a mim e que Eu sou igual a vocês. Nós somos um, nós somos os portadores de uma energia de Luz particular e temos trabalhado por muito tempo, durante muitas vidas, para enraizar esta energia e ancorá-la na Terra. Este é o trabalho de vocês. Esta é a sua missão.
Chegou o momento de vocês deixarem de me ver como alguém superior a vocês. Eu sou um irmão e um amigo de vocês, não um mestre que vocês deveriam seguir. Quero envolvê-los com as energias do amor e da verdade. Isto é tudo que eu posso fazer. Agora é a sua vez de sustentar a si mesmos e deixar que a Luz das suas tochas brilhe.
Doença e saúde… é um tema que aparece na vida de todas as pessoas mais cedo ou mais tarde.
Primeiro quero lhes contar uma coisa sobre o fenômeno da doença, sobre o que ela realmente significa.
Todas as doenças têm uma origem espiritual.
Gostaria de lhes explicar isto, fazendo uma distinção entre os diferentes corpos que vocês têm. Além do corpo físico, que é visível a todos vocês, vocês também possuem um corpo emocional, um corpo mental e algo que vocês chamam de corpo espiritual.
A doença começa principalmente no corpo emocional. A partir daí é que certos bloqueios se estabelecem no corpo físico, no nível material. Freqüentemente, as convicções do corpo mental também contribuem para o desenvolvimento de bloqueios emocionais, e conseqüentemente, para a formação da doença. Estou falando de crenças profundamente arraigadas ou hábitos de pensamento. Geralmente, são crenças sobre o que é certo e errado a respeito de si mesmos.
Os julgamentos podem literalmente criar um bloqueio no seu sistema energético emocional. Nesses pontos onde os bloqueios aparecem, onde a energia emocional não pode fluir livremente, uma espécie de energia escura torna-se visível na aura. Esta energia pode se estabelecer no corpo. Não precisa ser assim, obrigatoriamente, pois este processo demora algum tempo e há oportunidades suficientes para que as coisas voltem a se equilibrar emocionalmente, antes que uma doença (física) se apresente.
Portanto, não tenha medo das emoções bloqueadas. Há tempo suficiente para solucionar o estado de desequilíbrio. No entanto, pode ser que, num certo ponto, você não seja capaz de lidar apropriadamente com esses bloqueios, ou nem sequer de senti-los. Pode ser que o bloqueio passe parcialmente despercebido por você e você seja bem inconsciente dele. Se este for o caso, o sintoma físico realmente ajuda-o a entrar em contato com o bloqueio. Desta forma, os sintomas físicos, ou a dor, são a linguagem da alma. A alma anseia por uma comunicação completa entre todas as suas partes. A alma fica feliz quando existe um fluxo livre de energia e uma renovação contínua de todos os seus aspectos. Os bloqueios impedem a energia de fluir livremente e isto deprime a alma.
Assim, a doença funciona como um indicador: ela lhe mostra onde você tem necessidade de cura. Embora a doença pareça negativa, no sentido de que você é incomodado por todo tipo de sintomas e dores, a chave é interpretar a doença como um sinalizador ou indicador. Assim fazendo, fica mais fácil cooperar com a doença, em vez de resistir a ela.
Como a doença freqüentemente representa uma emoção bloqueada que está (parcialmente) fora do alcance da sua visão, nem sempre é fácil entender o que a doença ou o sintoma  representa. Às vezes parece muito difícil descobrir o que a alma está tentando lhe dizer através de uma doença específica. Então, você tem que se voltar para dentro de si mesmo, e se examinar minuciosamente, no sentido de se tornar gradualmente consciente do tipo de energia que se manifesta na doença, do sinal que você recebe dela e do que ela está tentando lhe dizer. 
Freqüentemente esta compreensão é obstruída pelo fato de você estar muito assustado por estar doente. A primeira reação à doença geralmente é de negação ou resistência. Você gostaria que a doença desaparecesse o mais rápido possível, porque ela o assusta. Você tem medo da degeneração, da imperfeição, da falência dos órgãos e finalmente da morte. Esta reação de pânico é lamentável, porque ela o afasta de uma perspectiva mais ampla da doença. Você poderia considerar a doença sob uma nova luz. Você poderia inclusive vivenciá-la como uma mensageira da mudança, como um retorno a algo precioso que você perdeu.
Para compreender a “função sinalizadora” da doença, é muito importante dizer “sim” aos sintomas e dores que se apresentam dentro do seu corpo. Ao dizer “sim”, ao aceitar o estado do seu corpo físico, você terá realmente resolvido metade do problema. O problema aí não é a doença em si, mas aquilo que ela representa, os bloqueios subjacentes a ela. A doença “obriga-o a escutar”, por assim dizer, e força-o a olhar para os bloqueios por trás dela. Ao dizer “sim” para a doença, com o coração e a alma, você já resolve uma parte dos bloqueios, sem mesmo saber precisamente o que a doença quer lhe dizer.
No entanto, “dizer sim” – esta atitude básica de aceitação – não é fácil para nenhum de vocês. Você pode encontrar resistência (emocional e mental) que faz com que continue dizendo “não” – algumas vezes sutilmente e algumas vezes obstinadamente – para aquilo que o seu corpo indica. Freqüentemente, o seu corpo lhe dá pistas específicas. Por exemplo, ele faz você sentir que precisa dar uma parada, desistir de certas tarefas, ser mais gentil consigo mesmo, etc... Embora você ainda não saiba como interpretar sua doença em um nível espiritual, você já pode perceber muitas dessas indicações particulares, com muita freqüência.
Mas se você ignora esta linguagem do corpo e continua resistindo à doença, é muito difícil chegar à essência espiritual e significado da doença. Existe muita raiva e medo envolvendo-a. Você só alcança a verdadeira liberdade interior, olhando de frente para a sua doença, para a sua dor e o seu desconforto, e inclusive para os seus sentimentos de medo e desgosto. Abrace-os e depois pergunte-lhes calmamente: “O que vocês querem me dizer?”
Na sua sociedade não é comum ser íntimo do próprio corpo. Não é considerado natural conversar com o corpo como com um ser que merece amor e respeito. A sua sociedade lhe apresenta muitas imagens ideais de como um corpo deveria ser, do que significa ter saúde e boas condições físicas, e de todos os “pode” e “não pode” em relação a bebidas e comidas. Em resumo, existem todos os tipos de padrões relacionados a como deveria ser uma vida longa e saudável.
Mas todas essas imagens ideais não têm nenhuma relação com o caminho da sua alma. O caminho da alma é sumamente individual. Portanto, lhe é pedida a máxima sintonia individual consigo mesmo, para encontrar a verdade sobre a doença, os sintomas ou as tensões que você carrega consigo. O que lhe é pedido é que você desista de todas as idéias do mundo externo e que procure a sua própria verdade nas profundezas de si mesmo.
Este é um grande desafio para você, pois o medo e o pânico que se apodera de você, em caso de doença, faz com que você facilmente se volte para autoridades fora de si mesmo. Você começa a buscar autoridades externas que possam aconselhá-lo e confortá-lo. Pode ser um médico ou um terapeuta alternativo; isso basicamente não faz nenhuma diferença. A questão é que, no momento em que você tem medo, você desiste da sua própria responsabilidade e a entrega parcialmente a outra pessoa.
É lógico que não há nada de errado em ouvir os conselhos de um especialista e, geralmente, isso é muito sensato. Mas então, é importante levar esse conhecimento para dentro de si mesmo e pesá-lo em seu próprio coração. Pese o valor desse conhecimento. Você é o único chefe, o mestre do seu próprio corpo, da sua própria vida – o único que sabe o que é melhor para o seu próprio corpo. No sentido mais profundo da palavra, você é o criador do seu próprio corpo.
Recuperar a intimidade com seu próprio corpo requer prática, não é algo evidente. Não desista facilmente. Quando estiver enfrentando tensões ou sintomas persistentes, tente examiná-los outra vez. Tire uns instantes para relaxar, e então viaje, com uma consciência neutra, pelos lugares do seu corpo onde os sintomas ou a energia da doença se apresentam. Peça à dor ou à doença para tomar a forma de uma coisa viva imaginária, para que você possa falar com ela. Peça-lhe que apareça como um animal, uma criança ou um ser humano. Ou peça-lhe que se apresente como um guia, qualquer que seja a sua forma. Use a sua imaginação! A imaginação é um instrumento extremamente precioso para descobrir os movimentos mais profundos da sua alma.                         
Se você fizer isto, poderá ficar feliz quando perceber que seu corpo está respondendo com imagens ou sentimentos. Poderá alegrar-se pela recuperação do contato, pela intimidade recobrada. Logo que você perceber que você é o único que pode fazer isto, que não existe nada nem ninguém além de você que seja capaz de cumprir esta tarefa de conhecer o seu corpo profundamente, então você se sentirá autoconfiante outra vez. Esta autoconfiança facilita a percepção do que a doença quer lhe dizer. Ela o impede de pôr de lado as perguntas que você recebe do seu eu interior por causa das idéias mentais ou das idéias de outras pessoas. A intimidade com o corpo é algo extremamente bom, em todas as circunstâncias, mas particularmente quando o corpo apresenta doenças ou sintomas.
O meio para permitir que o seu corpo fale é o amor. Você não vai encorajar a comunicação com o seu corpo repetindo afirmações ou visualizações para si mesmo. Isto ainda é uma forma de esforço ou resistência. A chave é conseguir compreender o significado da parte doente do seu corpo. Se você entender isto, as coisas poderão se transformar e os bloqueios emocionais poderão ser removidos. É assim que funciona o processo da cura. Não lutando contra a doença, de um jeito ou de outro, mas aceitando-a como um amigo que quer lhe mostrar a direção certa. Isto é difícil de entender, porque a doença o assusta e o esgota. No entanto, aceitar a sua doença é o único meio, o único caminho para a Luz. A doença quer levá-lo de volta para o lar.
O propósito da doença é que você obtenha uma compreensão mais profunda e melhor de si mesmo. O resultado pode ser a recuperação física, mas nem sempre funciona assim. Nem sempre a doença desaparece logo que você chega à raiz do bloqueio emocional.
Neste ponto, Eu gostaria de falar umas poucas palavras sobre doenças crônicas e incuráveis (terminais).
No caso de uma doença crônica, existem problemas físicos persistentes que continuam se repetindo. Principalmente em períodos vulneráveis, em que você perde mais ou menos o contato com seu eu interior, os sintomas reaparecem, algumas vezes, inclusive, num grau mais intenso. Isto pode ser muito desmoralizador. No entanto, Eu lhe peço que considere a doença num aspecto mais amplo. Não tente mandar a doença embora. Tente olhar para ela como um convidado bem-vindo. 
As pessoas que têm uma doença crônica empreendem uma tarefa bem árdua. No nível da alma, elas concordaram em enfrentar os medos que surgem no contexto da sua doença, e se confrontar com as imagens ideais de como uma pessoa deveria se realizar na vida. Assumir este desafio mostra uma grande coragem.
Acontece freqüentemente que uma alma escolhe uma doença crônica para trabalhar uma questão específica de uma forma extremamente concentrada. A doença cada vez reflete determinadas emoções para a pessoa. Existe um padrão emocional que acompanha a doença. Lidar com essas emoções vezes e vezes é uma tarefa bem pesada, mas traz muitos frutos para a alma.
É muito freqüente que essas vidas tenham uma grande profundidade e uma riqueza interior que nem sempre é aparente para os outros. Portanto, não é sustentador lutar constantemente ou esperar por uma melhora das condições médicas. O fato é que a doença geralmente avança num movimento espiral, fazendo movimentos circulares para cima, em direção a um nível mais alto, embora aparentemente a pessoa recaia nos mesmos sintomas a cada vez. Não é assim que funciona no nível espiritual. Neste nível, ela não retrocede, mas alcança profundidades maiores no contato com sentimentos que possivelmente foram passados por cima em vidas anteriores.
Isto também se aplica a defeitos físicos hereditários ou congênitos. Neste caso, algumas vezes vocês falam de carma, mas eu tenho muito cuidado com este conceito, pois vocês têm a tendência de associar carma com crime e castigo. Não é assim que ele funciona. A alma tem o desejo sincero de conhecer a si mesma ao máximo e ser livre. Este é o seu desejo mais profundo. Partindo deste desejo ardente, algumas vezes ela assume enfermidades, doenças ou defeitos físicos que ajudam-na a alcançar seu objetivo. Com certeza não é uma questão de pagar suas dívidas. É uma intenção profunda de se libertar e, muitas vezes, o melhor meio de conseguir isso é vivenciando circunstâncias (extremamente) difíceis no seu próprio corpo. Por esta intenção, nós só podemos ter o maior respeito. Especialmente na sua sociedade, na qual são cultivadas imagens desumanas de como ser funcional, útil, bonito e bem sucedido. Estas idéias idealísticas tornam mais difícil a tarefa de viver uma vida com uma dificuldade física e, ainda assim, vivenciá-la como uma vida significativa e feliz.
Aqueles entre vocês que são corajosos é que assumem tais vidas de invalidez. Inclusive, eles irradiam uma espécie de claridade e dignidade para os outros que podem levar suas vidas com maior facilidade. Quando uma pessoa é bem sucedida, segundo os padrões que prevalecem na sociedade, geralmente lhe é mais difícil expressar o que ela realmente é ou quais são os seus motivos na vida. Aqueles que são doentes ou inválidos, em especial, têm uma função de “sinalizadores” para essas pessoas. Eles são “guias” para a verdade e a claridade. Pois a verdade não implica em perfeição, mas em amor e reconhecimento por tudo que existe.
Finalmente, quero falar alguma coisa sobre doenças incuráveis, terminais. Às vezes é óbvio que uma pessoa não sobreviverá a uma doença. O seu corpo sucumbe gradualmente à doença. A “estrutura física” não mais resiste. Nesse momento, por que a alma permanece dentro do corpo? Enquanto a pessoa continua resistindo à doença, ela não consegue entrar em contato com sua alma, com o conhecimento interior que lhe diz que está na hora de dizer adeus. Às vezes, a pessoa percebe antecipadamente que precisa ir embora, mas esta idéia atinge-a com tanto horror e tristeza, que ela continua lutando. Ela espera ansiosamente pelo lançamento de um novo remédio, ou pelo aparecimento de um tratamento eficaz, no futuro próximo.
Isto é muito compreensível e certamente Eu não quero condenar esta atitude, mas essa pessoa se fere de uma forma terrível. Se ela se desapegar e permitir que a morte chegue mais perto, ela vai perceber que a morte não é um oponente, mas um amigo. A morte vai libertá-la da luta.
Ao concordar com aquilo que a morte quer lhe dizer, a pessoa passará por uma série de etapas, antes que o verdadeiro processo da morte ocorra. Estas etapas têm a ver com uma liberação gradativa de todas as coisas terrenas – dos seus entes queridos, do seu ambiente (terreno), dos sentidos com que ela observa tudo ao seu redor. Este é um processo bonito e natural.
Seria uma pena obscurecer este processo com uma atitude de luta, na qual se tenta agarrar-se à vida, a qualquer custo. Geralmente, o corpo já se tornou tão frágil nesse momento, que a vida não vale mais a pena ser vivida. É melhor deixar que ela se vá. A morte é um libertador, que está aí para servir vocês. A morte não é seu inimigo. A morte lhes traz uma nova vida.
Quando você estiver com alguém que está com uma doença incurável, e se você perceber que ele sabe que vai morrer, tente falar sobre isso suave e cuidadosamente. Isto é um alívio para a pessoa que faz a passagem. A coisa mais preciosa e carinhosa que você pode fazer por uma pessoa agonizante, é sentar-se perto dela e segurar sua mão. Não há mais nada que você precise saber ou ser capaz de fazer ao acompanhar uma pessoa que está morrendo.
O cuidado com doentes terminais é muito importante na sua sociedade. Um dia, todos vocês terão que enfrentar isto na sua própria família ou no seu círculo de amizades. Quando isto lhe acontecer, simplesmente esteja presente com a pessoa que está morrendo e sinta a viagem que está se aproximando. Sinta o momento extraordinário, poderoso, no qual a alma deixa o corpo e retorna para os outros reinos, para o seu lar.
Não considere a doença que leva à morte como um inimigo do qual você perderá no final. Isto não é uma batalha. Com muita freqüência, a morte vem libertá-lo de mais dor e sofrimento. Com certeza, você não é um perdedor. Você simplesmente continuará o seu caminho de uma outra forma.
Às vezes, existem questões particulares que você gostaria de ter vivenciado completamente  ou superado nesta vida, e que não podem ser concluídas. Isto pode deixá-lo angustiado, e não só você, como todos os que você deixa para trás. Assim mesmo, Eu lhe peço que deixe isto em paz, pois há uma sabedoria mais profunda em ação, que guia você e que o reunirá aos seus entes queridos em circunstâncias novas e melhores. Um dia vocês estarão juntos de novo e celebrarão a vida.
Hoje, o meu maior apelo em relação à doença é: abracem a sua doença. Envolvam a doença com amor e consciência e deixem que ela os leve a um entendimento mais profundo de si mesmos. Confiem-se à doença e permitam-se entrar numa comunicação mais profunda consigo mesmos. Entregar-se não significa ser passivo ou amargo em relação à sua doença, mas cooperar com ela de uma forma ativa, como um amigo.
Eu abraço todos vocês com meu amor e lhes peço que sintam a minha presença hoje, a energia do Cristo. Sintam o amor disponível a todos vocês, na doença e na saúde. Existe tanto amor em volta de vocês e à disposição de todos vocês, desde que vocês se desapeguem dos seus julgamentos – julgamentos sobre o que vocês merecem e não merecem, sobre o que vocês estão fazendo certo e o que estão fazendo errado, sobre tudo o que vocês ainda têm que fazer e conseguir. Desapeguem-se disso. O amor está presente aqui e agora para todos vocês.
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